Às vezes, uma empresa está em pleno crescimento! Estoques em alta, vendas em expansão, nova abertura de lojas, clientes querendo cada vez mais os produtos e lucro em todos os períodos, mesmo que com uma margem pequena.

Eis que após um tempo, em um determinado mês a empresa ainda quer continuar crescendo, mas existe um grande impeditivo para isso: acabou o dinheiro!

Quando uma empresa inicia suas atividades ela começa com um capital inicial, que é o dinheiro dos sócios e acionistas da empresa. Esse tipo de capital é conhecido como capital próprio, pois como seu nome já diz ele é da própria empresa.

(Cuidado ao utilizar o termo capital próprio uma vez que ele pode causar confusão. O capital que o sócio aporta na empresa e que fica alocado no Patrimônio Líquido é a partir dai o capital da empresa e não mais dos sócios. Ambos os capitais devem estar claramente separados e não devem se misturar, conforme as melhores práticas contábeis descritas aqui).

Entretanto, na maioria das vezes esse capital inicial é limitado e escasso, uma vez que os sócios fazem um aporte esperando que a empresa gere receita a fim de pagar suas contas através do entra e sai de recursos no sistema de fluxo de caixa.

E o que fazer quando precisamos de mais dinheiro, mas não temos como conseguir esse valor com os acionistas?

A empresa pode recorrer ao capital de terceiros. Sendo assim, a empresa passa a utilizar dinheiro emprestado de outras fontes, sejam elas bancos ou investidores, para conseguir tocar suas atividades normalmente.

Para entender como funciona a utilização do capital de terceiros para gerar lucro vamos ao artigo de hoje!

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